para buk, na memória
uma tranqueira esta vida
cheia de atropelos
e nós pelas costas
um horror de coisas
a mão cheia de desejo
o coração vazio
e os olhos rasos de deserto
traçar perspectivas
estender linhas
na palma do destino
apelar pro infinito
andar comer conversar
ver gente gente gente
fumar beber se drogar
uma tranqueira esta vida
***
texto antiguinho, publicado na coletânea marginal recife, editada pela fundação de cultura cidade do recife, 2003.
revisto agora, sob a influência de buk, senti que cabe como uma luva (luva?)...
10.8.09
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Antiguinho, mas muiot bom. Tem tudo a ver com Buck. Bj
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